Madalena Sepúlveda foi convidada do podcast Páginas com Graça, onde abordou o tema do divórcio na sua perspetiva enquanto Advogada. Uma conversa séria e informada sobre os desafios emocionais e jurídicos associados ao fim do casamento, contribuindo para uma maior compreensão de um processo que marca profundamente a vida das pessoas. Aqui no nosso escritório entendemos que partilha de experiências reais é essencial para promover decisões mais conscientes e acompanhadas.
SÓCIA
PERFIL
Madalena Sepúlveda, Licenciada e Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Lisboa, tem construído o seu percurso na advocacia sob um forte compromisso voltado para as pessoas.Desde o início do seu caminho profissional acreditou que a prática jurídica só faria sentido se fosse exercida com e para as pessoas, procurando sempre a melhor solução no âmbito da dinâmica familiar.
Antes de se tornar sócia fundadora da Rui Alves Pereira e Associados em Junho de 2020, Madalena passou por outras sociedades de Advogados, Sousa Machado Ferreira da Costa e Associados, PLMJ Advogados, AMM & Associados e JPAB | José Pedro Aguiar- Branco Advogados, onde teve a oportunidade de aprofundar a sua experiência em Direito da Família e Sucessões e de consolidar, ainda mais, a sua dedicação a causas sociais e a sua capacidade para lidar com questões familiares complexas.
A sua advocacia é caracterizada pela proximidade com os clientes, procurando acompanhá-los antes, durante e após a resolução do litígio ou acordo, sempre com a missão de garantir soluções justas e equilibradas.
Além da prática jurídica, Madalena é frequentemente convidada a participar em conferências, programas de rádio e a colaborar na redação de artigos para a imprensa, onde partilha a sua experiência e conhecimento em temas de Direito da Família, das Crianças e das Sucessões.
ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS
Inscrita na Ordem dos Advogados Portugueses desde 2011.PUBLICAÇÕES E ARTIGOS MAIS RELEVANTES
- O regime da regulação das responsabilidades parentais, por mútuo acordo, junto das Conservatórias do Registo Civil, em caso de separação de facto e dissolução de união de facto, e ainda entre pais não casados nem unidos de facto
- Regime de bens e Convenções Antenupciais
- A Sétima alteração à Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade)
- Novas Regras de Sucessão por Morte na União Europeia.
- Regulamento da União Europeia em matéria sucessória: Casos Práticos
- Das responsabilidades parentais e da nova competência das conservatórias do Registo Civil.
- No atual estado de emergência, há uma garantia que persiste: o superior interesse da Criança. Observador, 4 abril 2020
- As licenças parentais que poucos conhecem. Jornal 24 horas, 31 de julho
Notícias

As licenças parentais que poucos conhecem.
Em entrevista ao jornal 24Horas, Madalena Sepúlveda, abordou uma questão que afeta milhares de famílias portuguesas: como conciliar as férias laborais com o longo período de pausa escolar das crianças. "Temos vindo a assistir a um maior interesse dos pais em procurarem usar os períodos de férias com os filhos, e tem sido muito recorrente o uso dessas licenças que muitos pais não conhecem. Conhecer estes direitos pode fazer toda a diferença no equilíbrio entre a vida profissional e familiar, por isso continuamos empenhados e disponíveis para esclarecer e acompanhar cada família no exercício pleno dos seus direitos parentais.”, afirma Madalena Sepúlveda.

Jovens e as Redes Sociais. Pais podem ser responsabilizados?
Madalena Sepúlveda foi convidada pela TVI para comentar o facto de crianças menores de 16 anos utilizarem a plataforma Whatsapp e outras redes sociais, e quais as possíveis consequências no conteúdo das responsabilidades parentais.

No actual estado de emergência, há uma garantia que persiste: o superior interesse da Criança
Se não sabemos quando terá fim o actual estado de emergência, privar as crianças ao convívio com um dos progenitores durante este tempo seria violar de forma perigosa e séria o seu superior interesse.

Das responsabilidades parentais e da nova competência das Conservatórias do Registo Civil
"(...) É de louvar, e grave seria se assim não fosse, a necessidade de promover a audição da criança, por parte do Ministério Público nos processos de regulação do exercício das responsabilidades parentais, ainda que por acordo dos progenitores. (...)"

Violência doméstica e poder paternal
Em debate a vontade do PS e do Bloco de Esquerda de introduzirem alterações à regulação do poder paternal, nomeadamente em casos de violência doméstica.

Recém-nascido abandonado no lixo. Juíza não exclui hipótese de bebé ser entregue à mãe
“(...) mesmo havendo família biológica, tem de ser ponderado se não é preferível para aquela criança ir para uma família de acolhimento que se preparou para a receber e a desejou. Porque um Tribunal decide da vida das pessoas, mas não pode impor afetos.”
